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Abaixo, temos uma simulação, de como funciona o acesso ao nosso blog pelo Ipad:

http://www.vimeo.com/12455558

Apresentamos uma plataforma que foi desenvolvida para acesso ao nosso blog, por meio do mais recente lançamento da apple:

O Ipad:

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CCR 1.0

CCR 1.0 é um projeto independente desenvolvido como trabalho de conclusão para o curso de Design de Mídia Digital.

Estará nas ruas hoje e amanhã (15/05 3 16/05) e os locais a princípio não estão definidos. A certeza é: permanecerá na rua durante a Virada Cultural deste ano (não durante as 24 horas do evento, mas por algum tempo…).

Se estiver pela região e quiser passar por lá, considere um convite.

Estaremos na Paulista após 18:30 (no sábado).

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malditos orientais =)

Nao, eu não gosto de Nike.

Por quinhentos motivos eu não gosto de Nike, e prefiro Adidas.

MAS

Tenho que reconhecer:  que f*da este vídeo o.o

Não é exatamente o mais atual, (mas eu, pessoa com rotina acadêmica tensa entre banners e tcc) assisti hoje e achei incrível.

Nos coments lá no youtube pode-se ver algumas pessoas (loucamente) questionando sobre ser arte ou não, sobre ser perda de tempo… ou não.

Eu, como já havia dito acho f*da. Malditos nerds com capacidade de programar uma coisa dessas. Sobre ser ou não ser arte, na minha opinião É. Contemporâneo e muito bem pensado. Design that kill sem dúvidas.

E você, o que acha?

Sim sim… eu também gostaria de estar exatamente agora em um desses.

Incríveis não? Criação de Vík Prjónsdóttir, baseados em um conto Islandês sobre um homem que encontrou uma pele de foca na praia chorando, então ele a levou pra casa e por ai vai… (não, ele não matou a foca, ele apenas encontrou a pele, e depois também encontrou uma mulher… e se casou com ela).

Quer tentar comprar? Quer ler a história inteira? clica aqui

na web, as coisas se renovam, se transformam, com ou sem consentimento…

É um processo natural como a evolução humana, a evolução dos meios, a evolução das mídias. Daí, entra um questionamento: e a ética, onde entra neste processo? Em um universo sem fronteiras físicas propriamente ditas, até que ponto pode-se ir?

Sr. Mustache

segundo o Michaelis:

interação

in.te.ra.ção
sf (inter+ação) 1 Ação recíproca de dois ou mais corpos uns nos outros. 2 Atualização da influência recíproca de organismos inter-relacionados. 3 Ação recíproca entre o usuário e um equipamento (computador, televisor etc.). I. social, Sociol: ações e relações entre os membros de um grupo ou entre grupos de uma sociedade.

Sim, este post é um pouco diferente dos outros por algumas razões:

1 – Vem com um tom mais descontraído, ainda que dentro de uma proposta acadêmica.

2 – Vem com o Mr. Mustache (sim, Sr. Bigode) nosso amigo em crise existencial pedindo por uma nova identidade, por novas identidades e leituras de si mesmo. Ele é um organismo em constante mutação, tanta que, perdeu-se. Precisa de novos rumos e novos propósitos, de que o encontrem e o refaçam…

Ainda que a abordagem do tema venha acompanhada por uma metáfora descontraída em forma de ilustração, Mr. Mustache nada mais é do que a interação pedindo de forma singular, quase infantil para ser notada, repensada, modificada.  Assim como a interação, Mr. Mustache oferece muitas possibilidades, mas sempre dentro de restrições. Ai está o desafio da interatividade: superar-se dentro de suas limitações, que geralmente começam com as limitações do próprio corpo.

Customizemos nosso Mr. Mustache, e pensemos sobre o assunto…

link da pasta com o pdf editável